Mergulhamos no Lollapalooza 2022 e te contamos tudo. Confira o que aconteceu nos três dias do festival

Por Jota Wagner

Festival reuniu em três dias 300 mil pessoas que gastaram seus sapatos se dividindo entre 4 palcos, lounges, feiras e parque de diversões.  O Music Non Stop esteve no rolê e te conta tudo

Segundo o relógio marcador de passos de uma colega, a turma de jornalistas que estavam cobrindo o festival andou 20 quilômetros por dia de Lollapalooza 2022, dado confirmado pela situação das minhas panturrilhas na segunda-feira.

O festival, adiando desde 2020 devido à pandemia, se mostrou grandioso, contou como uma multidão de pessoas limpando, servindo, escrevendo sobre, fotografando, dirigindo, tocando, arrumando o som e segurando a barra de quem ficava com a pressão baixa graças ao cansaço que a “experiência festival” provoca.

A movimentação que ocorre nos bastidores é frenética. Muita gente operando atrás dos tablados para que o público pudesse correr para lá e para cá com segurança, em busca do próximo show de um palco para outro. Para se ter uma ideia, a distância entre o palco Perry e o palco Adidas, nas extremidades da estrutura, era de 6 quilômetros. Chupa essa manga!

Com muito orgulho estiramos sem economia nossos fibularis, extensores e tibialis para que nossos leitores ficassem por dentro de tudo o que rolou no festival.  A câimbra é nossa, mas o presente é de vocês. Confira nossas resenhas diárias e a galeria de fotos, com tudo o que aconteceu no Lollapalooza 2022.

Colaboraram nesta epopeia Claudia Assef, Amanda Souza e Bruna Guedes

Sexta-feira, primeiro dia

Chuva de vento, Caribou, The Strokes e uma triste notícia

Caribou

Caribou. Foto divulgação

 

Sábado, o maior público

O showzão de Miley Cyrus e de Silva e emoção de ver DJ Marky no festival

Miley Cyrus no palco do lollabpalooza

Miley Cyrus – foto: divulgação

 

Domingo

Nem chuva nem queda de sistema quebraram a consagração

Idles no palco do lollapalooza

Idles – foto: Camila Cara

 

 

 

 

 

 

Jota Wagner

Jota Wagner escreve, discoteca e faz festas no Brasil e Europa desde o começo da década de 90. Atualmente é editor chefe do Music Non Stop e produtor cultural na Agência 55. Contribuiu, usando os ouvidos, os pés ou as mãos, com a aurora da música eletrônica brasileira.

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