Família Soprano

Monopoly lança edição especial do jogo com a Família Soprano, com empresas de contrabando e a casa de Tony Soprano à venda

Por Jota Wagner

A Monopoly, empresa criadora do jogo que conhecemos aqui como Banco Imobiliário, lançou uma edição especial do jogo de tabuleiro mais famoso do mundo com o tema da Família Soprano, considerada a melhor série de TV de todos os tempos.

Que tal comprar aquele terreninho, aquele bar ou aquele hotel que você tanto deseja usando, além de dinheiro falso, aquela simpática técnica de persuasão da máfia, como vemos nos filmes?  Agora isso é possível.

A Monopoly, criadora do nosso tão conhecido Banco Imobiliário, acaba de lançar nos Estados Unidos uma edição especial do jogo com o tema da Família Soprano, uma das séries de maior sucesso no mundo.

O lançamento chega junto com um spin off da série,  The Many Saints Of Newark, que chega aos cinemas de lá dia primeiro de outubro.

Dá para comprar a casa de Tony Soprano, o Bada Bing ou a Satriale’s Pork Store na busca por trazer o monopólio para sua família. Outros negócios ilícitos, como companhias de contrabando, também estão disponível. A cadeia continua no jogo, obviamente.

A Família Soprano estreou na HBO americana em 1999 e tornou-se um tremendo sucesso. Foi eleita “a melhor série de TV de todos os tempos”, ganhando nada menos do que vinte um prêmios Emmy.  Ela conta a história de Tony Soprano, chefe de uma família mafiosa que procura ajuda médica após deparar-se com a síndrome de pânico.

Monopoly da Famía Soprano

Com o lançamento, os Sopranos se unem a Star Wars, Game Of Thrones, Senhor dos Anéis e os Simpsons, além de diversas outras edições temáticas e de luxo. Confira uma lista das 21 edições mais procuradas de Monopoly aqui.

Se você é fã da Família Soprano, um colecionador de edições especiais de Monopoly ou simplesmente alguém com moral flexível e uma queda romântica pela ilegalidade, corra importar o seu com seu contrabandista de confiança.

 

 

Jota Wagner

Jota Wagner escreve, discoteca e faz festas no Brasil e Europa desde o começo da década de 90. Atualmente é editor chefe do Music Non Stop e produtor cultural na Agência 55. Contribuiu, usando os ouvidos, os pés ou as mãos, com a aurora da música eletrônica brasileira.

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